Frequência
75% corresponde à nota 7,00 e 100% corresponde à nota 10,00, com interpolação linear entre os dois pontos.
A certificação da Struckel combina dados acadêmicos, assinatura presencial dos professores, registro individual e mecanismos digitais de integridade e validação. O objetivo é preservar o caráter institucional do documento sem abrir mão de controles modernos de autenticidade e privacidade.
75% corresponde à nota 7,00 e 100% corresponde à nota 10,00, com interpolação linear entre os dois pontos.
Não possui projeto de conclusão. O aproveitamento final corresponde à nota equivalente à frequência.
Quando existe projeto, o aproveitamento final é calculado automaticamente pela média aritmética entre a nota equivalente à frequência e a nota do projeto.
Os dados acadêmicos utilizados no cálculo são gravados no snapshot da emissão. Mudanças futuras na regra não alteram certificados antigos.
O QR Code não abre uma lista pública de certificados. Ele aponta para um token individual, imprevisível e de alta entropia e abre diretamente a validação daquele documento.
O PDF fica armazenado fora do webroot e é entregue pelo controlador da aplicação. O arquivo final recebe SHA-256 e o manifesto de emissão utiliza HMAC para evidenciar integridade.
Identificador no formato STR-CERT-AAAA-######, sem depender do token público.
Gerado aleatoriamente e utilizado pelo QR Code para localizar somente o certificado correspondente.
Quem possui o QR/token daquele certificado pode consultar sua autenticidade e abrir o PDF correspondente, sem navegar por outros registros.
SHA-256 do arquivo e manifesto HMAC permitem detectar substituição ou alteração indevida.
O fluxo utiliza o gateway central icp.struckel.com.br. Durante a emissão, o responsável apresenta seu certificado digital ao handshake mTLS. O backend recebe apenas evidências públicas de autenticação, nunca PFX/P12, PIN, senha ou chave privada.
Cada tentativa recebe um desafio aleatório, temporário e de uso único, vinculado à sessão e ao conteúdo da emissão.
O gateway valida a cadeia do certificado apresentado e encaminha ao backend os dados públicos necessários para confirmar a identidade.
A evidência registra o fingerprint SHA-256 do certificado público, serial, emissor, validade e horário da autenticação.
A autenticação mTLS comprova a identidade do responsável durante a emissão. Ela não deve ser confundida com uma assinatura PAdES incorporada aos bytes do PDF.
Depois de emitido, o certificado é imutável. Se houver erro material, o registro original deve ser revogado e uma nova emissão deve ser criada. A validação do registro antigo passa a indicar a revogação.
Os PDFs são mantidos fora de public_html, reduzindo exposição direta pelo servidor web.
A consulta pública apresenta somente os dados necessários. O CPF pode ser mascarado na validação, enquanto o PDF oficial conserva os dados registrados na emissão.
Um certificado revogado permanece rastreável como registro histórico, com motivo e data da revogação.
O PDF emitido pode ser reaberto e reimpresso, preservando o mesmo registro e hash do arquivo armazenado.